segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Impeachment e relativistas


Compartilhando mais pela criatividade, se souberem quem fez me avisem oara dar os créditos.
De qualquer forma, só é golpe se for contra o candidato que você votou né?! Um monte de gente que eu conheço ficou louco de feliz quando membros do PT protocolaram o pedido de impedimento contra o FHC, de quem eu também não gosto, mas ainda assim, contra o oponente não é golpe, contra o seu candidato é.
E ainda tem uns desarmamentistas que recentemente falaram que vão pegar em armas se a presidente for impedida.
Você pode defender a presidente e achar que o processo não tem razão de ser, claro que pode. Mas quando só é golpe se for contra o seu candidato eleito ou você quer desarmar só o seu opositor, é uma forma muito perigosa de relativismo.
Se você sofre desse tipo de relativismo, você é parte do problema!

Eu não votei na Dilma e mesmo assim defendi o resultado das eleições quando alguns diziam que ela não deveria assumir. Porque? Simples, ninguém obrigou as pessoas que votaram nela a faze-lo, a maioria do povo a queria no governo. Não foi um golpe, ela foi eleita. Boom democracia!
Da mesma forma, defendo o processo de impeachment, se ela vai ser impedida de fato ou não é outra história, mas a existência do processo não tem nada de golpe, como a eleição da presidente também não teve nada de golpe. Foi protocolado por cidadãos e está previsto na constituição.
E é claro que me incomoda a chantagem e as barganhas com o Cunha. Esse aí deve ser cassado imediatamente.

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