quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Mini-games, nostalgia em dobro

Não resisti e já escrevi o post sobre os mini-games.
Estava escrevendo o post sobre o SupaBoy (o SNES portátil) e comentei que o formato me lembrava os mini-games Tec Toy que jogavamos na infância, imediatamente bateu uma nostalgia tremenda e tive de procurar algumas imagens e ver se ainda vendiam em algum lugar.
Lembrei da primeira vez que meu pai trouxe um daqueles para casa, eu e meu irmão ficamos alucinados, eles só tinham um jogo cada, esse era um de ninja, nem lembro o nome. Tinhamos de pular de um lado para o outro e chegar até a torre para salvar a princesa. História fraquinha, mas o que esperar de um mini-game, além disso, quem jogou Mário Bros e Sonic boa parte da vida não tem direito de reclamar de história fraca. Nós ficamos tão empolgados que nem brigamos para jogar, nos divertiamos só de ver o outro jogando e a coisa funcionando quase tão bem quanto os consoles da época, o que não era grande coisa na verdade se comparar com hoje em dia, mas para a época e para nossa idade era demais. Aquele game trouxe a paz ao nosso reino.
O seguinte foi um de tênis, que eu achei recentemente no Museu do Mini-game (acho que esse não era Tec Toy), que jogamos por vários meses, na verdade acho que até alguns anos, geralmente a bateria acabava e eles ficavam um bom tempo encostados até ganharmos uma bateria nova, ou descobrirmos que a bateria de outro brinquedo cabia no mini-game.
Foi com esse jogo que comecei a gostar de tênis, não é meu esporte favorito nem nada, mas sempre que posso assisto uma partida.
Como os mini-games eram relativamente baratos e duravam bastante quando bem cuidados, acho que foi o brinquedo do qual eu tive mais exemplares, me lembro de pelo menos uns 10 mini-games espalhados ao longo de uns 6 ou 7 anos da minha infância. Em geral, meu pai comprava um para ele enquanto estavamos ainda nos divertindo com o anterior e mantinha escondido. Quando ele enjoava do dele passa para eu e meu irmão, para tentarmos bater os records dele. É claro que, como tinhamos a vantagem de ficar mais tempo em casa, acabavamos ultrapassando muito rapidamente e até que ele pudesse dizer que não estava mais com "paciência para brincadeiras de criança" ficavamos disputando quem conseguia a melhor pontuação. Geralmente essa frase dele significava que não conseguiu bater nossa pontuação e que queria desistir, mas não podia admitir perder para as crianças LOL.
Apesar de todos os problemas que passavamos na época, é impossível não lembrar com carinho dos anos de mini-games. Dá até vontade colecioná-los.

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