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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Alarmismo, um dos maiores problemas atuais

catastrofe
Tudo vira catástrofe. A Terra está esquentando, cometas passando, tsunamis, vulcões, poluição do ar, atiradores, tudo é motivo para desespero de muitas pessoas. Depois de tanta desgraça que passamos o povo acha que vamos ser eliminados por qualquer bobagem. Sério, o estado natural do homem é a probreza e escacez. Nos ultimos séculos nós inventamos a riqueza e a fartura, através principalmente do comércio, o que reduziu drasticamente a necessidade de guerras. Na verdade, alarmismo é coisa de tempos de paz mesmo, porque durante a guerra ninguém tem tempo de pensar nessas bobagens.
Na década de 70 diziam que em 1990 já seria impossível respirar sem máscaras especiais no mundo inteiro, e aqui estou eu, em 2012, escrevendo este texto com a janela aberta, após voltar de um treino de corrida de rua, respirando ar puro. Ok, nem tão puro quando os biarticulados podres que a URBS mantém aqui em Curitiba passam por mim, mas em geral minimamente limpo. Alias esses biarticulados novos são só para enfeite, porque aqui perto de casa só passam uma vez por semana, no resto continuam passando veículos com números de série que eu já via quando tinha 10 anos. Disso os ambientalistas alarmistas não falam, essa porcaria estragando meu treino de corrida.
Mas enfim, o importante é que estamos em 2012 e ainda temos ar para respirar, ainda não precisamos usar máscaras e a água do planeta não acabou. É verdade que fizemos muitos avanços de lá para cá e isso contribuiu para reduzir a agressão contra a "natureza", mas também mostrou que o alarme era exagerado. Natureza entre aspas porque esse povo fala da natureza como se ela fosse um bichinho de estimação que temos de cuidar, ou como se ela fosse apenas a água na torneira. Nós somos natureza também poxa. E na boa, estamos bem longe de ser extintos, tem 7 bilhões de humanos por aí, para nos extinguir precisariamos de uma senhora catástrofe, coisa que a maioria dos cientístas não credita como provável para os próximos séculos, então por que pessoas que não tem qualificação para prever esse tipo de evento credita como não apenas provável, mas inevitável? Acho que sei de alguns motivos prováveis.
O maior problema é o povo que pega qualquer evento cósmico ou mesmo pseudo-cósmico (calendário por exemplo) um pouco diferente e eleva à qualidade de fim do mundo. O tal do apocalipse Maia, por exemplo, nem os maias acreditam nesse negócio.
Aha, você, alarmista de araque não contava com essa não é. Os maias não foram extintos como os astecas, o que mostra como são estúpidos esses caras do apocalipse Maia, já ouvi vários falando que os maias foram levados por deuses ou qualquer coisa que os valha, para um lugar melhor pois sabiam do fim do mundo, ou que os extintos maias sabiam do que viria no futuro. Acontece que os maias estão por aí, em número reduzido e, como toda população mundial, evoluíram como sociedade, se integrando e aproveitando o que o mundo contemporâneo tem de bom. Mas ainda estão aí e não gostam nada nada dessas interpretações malucas da cultura deles. Essa alias é uma caracteristica do alarmista, ele se acha especialista em tudo quanto toque, mesmo que nunca tenha ouvido falar, por isso discordam dos cientístas, especilistas em determinada área, quando estes dizem que um tal evento é improvavel ou mesmo impossível. A propósito, apocalipse é um nome bem apropriado, pois significa revelação, e os maias acreditam no fim do calendário como um período de revelação, em que novos horizontes se abrem e o calendário recomeça. Alguém acha que o mundo acaba em 31 de dezembro? É claro que não. Não é porque o calendário acaba que o mundo acaba, começa de novo.
E os caras dizem que o Sol vai lançar chamas, ou que vai cair cometas, ou que a Terra se inverterá, etc, coisa que não tem nada a ver com o que os maias diziam, mas aproveitam os picos de atividade do Sol, os metas, as mudanças no campo magnético, etc, e inventam alguma maluquice para justificar a interpretação doida que fazem da cultura maia.
Depois de 21 de dezembro de 2012 vão passar a falar do cometa que passará perto da Terra daqui à 43 anos, e que os cientístas já falaram que não vai nos atingir. E mesmo que fosse, já estamos trabalhando na tecnologia para evitar que isto aconteça.
Mas tem outro lado dos alarmistas. São chamados estelionatários.
Tem um belga pilantra, chamado Patrick Geryl, que está vendendo pacotes emergenciais em localidade secreta, como se fosse um club, mas ninguém sabem onde fica. E tem muita gente comprando, e dando muito dinheiro para o cara, que está embolsando tudo, sem nem dizer onde ficará a droga do abrigo. Ele diz que só vai informar na ultima  hora. O cara faz isso desde 2006, e a essa hora deve estar comendo caviar Petrossian com o dinheiro dessas pessoas. E não pense nos "investidores" como babacas, ignorando-os, é preciso ter cuidado. Pode parecer um golpe idiota, mas não precisa ser genial, só precisa fazer sentido para a vítima do golpe. O golpe em geral é armado para um determinado tipo de vítima para a qual eles sabem que aquilo vai funcionar. O que significa que o nosso cuidado precisa ser redobrado, para não cair nisso.
Outro tipo de alarmista trapaceiro, que eu coloco nessa mesma categoria, é aquele das ongs ambientalistas, não todas, mas muitas, com apoio governamental principalmente. Veja como isso já está errado desde o começo. Ong é "organização não governamental", então por que os caras tem apoio do governo? Por que diabos entregam o dinheiro que nos roubam com os impostos para essas ongs? Elas não deveriam contar com a caridade privada e voluntária? Por que nos obrigar à fazer caridade com a causa delas? Causa com a qual podemos muitas vezes não concordar.
Muitas dessas ongs são melâncias, verdes por fora e vermelhas por dentro, a causa delas dificilmente é aquilo que defendem em público. Muitas ongs são apenas fachadas para denfeder os interesses estatais anti-liberdade, anti-democrácia e anti-mercado. Fiquem de olho, não confiem segamente em nada. Não precisam ficar paranóicos, pois é disso que eles gostam, mas duvidem dos alarmistas. Principalmente dos que tentam te obrigar a algo ou que tentam deixar as pessoas em estado de alerta o tempo todo, especialmente quando tentam manipular as crianças, como foi a Rio+20, que fez com que muitas crianças se sentissem culpadas da existência de desertos por terem tomado banho de mangueira.

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