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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Willyans Maciel: Prefeitura de São Paulo contra a caridade

Reblogged from Willyans Maciel: Prefeitura de São Paulo contra a caridade:
Quero falar-lhes sobre o mais recente absurdo de que tive notícia. Convém dizer que tenho notícia de muitos absurdos toda semana, afinal moro no Brasil, e temos um governo dos infernos. Se ainda não sabe do que se trata de uma olha aqui:
Prefeitura de São Paulo quer proibir sopão grátis no centro
Embora eu concorde com os amigos que acham que distribuir sopa aos pobres e dar esmolas seja muitas vezes inócuo, é importante ressaltar que nenhum estado deveria ter o direito de proibir as pessoas de fazer caridade, independente do motivo que as leva a fazer, e isto precisa ser levado muito a sério. Proibir as pessoas de fazer caridade é uma restrição grave da liberdade individual.
É inócuo dar esmolas e distribuir comida? Muitas vezes sim, mas proibi-los de distribuir sopa não vai melhorar o país, só vai colocar mais gente nos albergues sujeitos a custódia do estado, que paga esses albergues com o dinheiro daqueles que não querem fazer caridade, mas são obrigados pelo estado babá, que faz uso do dinheiro dos impostos exageradamente altos que pagamos nesta república da mãe Joana, sem nos prestar contas adequadamente e, é claro, muitas vezes usando os ditos albergues públicos para desviar dinheiro. Agora o pessoal que oferece comida, se quiser continuar à faze-lo, terá de faze-lo sob tutela do estado  babá, o que vem em seguida? Revistas, multas, exigências, impostos sobre a caridade. Esse é o tipo de coisa que, uma vez que começou, não tem consequências boas, só piora.
É preciso dizer sempre, que muitas ongs são pretexto para desvio de dinheiro e outras atividades ilegais. Mas a solução para isto não é proibir as pessoas de exercer a caridade, até porque há ongs honestas. A solução, como bem pontuou o coléga Élcio Santos, do Demônio Filosófico em uma conversa no Facebook, passa principalmente pela necessidade de se tirar do governo os bandidos que agem em prol desse modelo que beneficia os trapaceiros em detrimento, e às custas, dos honestos, comerciantes, empreendedores, pessoas de bem, de maneira geral.

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